Saúde da Mulher em Alerta: Prevenir é Viver!
Neste 28 de maio, estratégias e avanços reforçam o cuidado com a mulher, visando salvar vidas e proteger o futuro das mães brasileiras.

O Brasil volta os olhos para a saúde da mulher no dia 28 de maio, celebrando o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher.
Apesar dos esforços, a mortalidade materna ainda é uma realidade preocupante: em 2024, foram registrados 50,57 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos, número acima da meta nacional para 2030.
O desafio é ainda maior entre meninas de 10 a 14 anos, cuja taxa é 38% superior à de mulheres acima dos 20 anos, reforçando a necessidade de políticas públicas e acesso qualificado aos serviços de saúde.
Segundo dados recentes, nove em cada dez mortes maternas no Brasil são evitáveis, o que reforça a necessidade urgente de políticas públicas eficazes, qualificação do atendimento e combate às desigualdades no sistema de saúde
Para mudar esse cenário, o governo federal lançou a Rede Alyne, uma estratégia inovadora que visa garantir atenção qualificada e humanizada às gestantes, com investimentos que chegam a R$ 1 bilhão em 2025.
Entre as prioridades estão:
- O fortalecimento do pré-natal;
- O combate às desigualdades raciais — já que mulheres negras têm o dobro de risco de morte materna;
- A ampliação do acesso a serviços de saúde em regiões mais vulneráveis.
Além disso, em relação a Saúde da Mulher, o foco na prevenção e no diagnóstico precoce de doenças que afetam as mulheres, como o câncer de mama, ganha destaque.
Procedimentos modernos, como a mamotomia, têm ajudado a identificar lesões mamárias de forma menos invasiva, contribuindo para tratamentos mais rápidos e eficazes.
Mamotomia - Procedimento minimamente invasivo, guiado por imagem, que permite a retirada de fragmentos de tecido mamário para análise.

Essas ações, combinadas a um acompanhamento médico regular, são essenciais. Além disso, a data é um chamado à sociedade para que todas as mulheres tenham direito a uma gestação segura, atendimento digno e acesso a tecnologias que garantam saúde e qualidade de vida.
A redução da mortalidade materna é, acima de tudo, uma luta pela valorização da vida feminina em todas as fases.



